Todo Sábado
TRAPICHE GAMBOA
Terça (24/08)
TEATRO RIVAL PETROBRAS
Participação no Show de João Martins
Quarta (25/08)
TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO RJ
ESPAÇO CULTURAL HUMBERTO BRAGA
Terça (07/09)
CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL
Sexta (10 e 24/09)
RIO SCENARIUM
Rodrigo Carvalho, o Biro, cantor e compositor, sempre freqüentou rodas de samba, da Lapa a Madureira. Começou profissionalmente como corista em gravações e shows de Beth Carvalho. Gravou também com Bandeira Brasil, Serginho Meriti e Wanderley Monteiro. Nas quadras das escolas de samba, interpretou sambas-enredo em disputas no Império Serrano (onde foi campeão com Arlindo Cruz) e na Vila Isabel (com Moacyr Luz). Como compositor, foi finalista na Beija-Flor de Nilópolis e também na oitava edição do Festival de Música da Escola Villa-Lobos, com a música “Fina Batucada”, parceria com Fred Camacho, e que hoje dá nome ao primeiro CD do Galocantô.
Pablo Amaral, o Gamarra, é músico autodidata e compositor. Integrou, com Léo Costinha, o grupo Além da Razão, que comandava as rodas de samba da rua Joaquim Silva, terreno onde o Galocantô começou a surgir. Formado em publicidade, trabalhou na TVE Brasil, mas a paixão pela música falou mais alto. Hoje, dedica-se exclusivamente ao seu cavaquinho. Com Galã de Xerém, parceria com Edu Tardin, gravada no CD Fina Batucada, faz sucesso nas rodas de samba.
Léo Costinha se apaixonou pelo samba aos quinze anos. Ótimo percussionista, aprimorou seus dotes nas rodas de samba depois dos estudos. Fez parte do grupo “Além da Razão”, que comandava as rodas de samba do mestre Ivan Milanês, na Lapa. Costinha desistiu de ser cirurgião-dentista, profissão na qual é formado, para seguir em frente com o Galocantô.
Lula Matos, percussionista e compositor, foi criado no bairro da Lapa. Desde a infância, viveu nas rodas de samba, onde conheceu grandes bambas. Tocou com Arlindo Cruz, Luiz Carlos da Vila, Monarco, Nélson Sargento, Walter Alfaiate, Wilson Moreira e a Velha Guarda da Mangueira. Como compositor, tem parcerias com Ivan Milanês, Adilson Bispo, Wanderley Monteiro, Carica e Luizinho SP. Seus sambas foram gravados em São Paulo por T. Kaçula e pelos grupos Estatuto do Samba, Relíquia e Panela Preta.
Marcelo Correia faz parte da nova e promissora safra dos sete-cordas do samba carioca. Criado no Cachambi, antes dos quinze anos, já tocava cavaquinho nas rodas de samba. Músico versátil e bom instrumentador, também toca bandolim. Participou de shows com Dudu Nobre, Sombrinha, Chico Salles e Roberto Serrão.
Edson Cortes, o Dinho, é o mais experiente. Compositor e percussionista de mão-cheia, começou a tocar com apenas nove anos de idade em rodas e escolas de samba, além de blocos carnavalescos. Com o Fundo de Quintal gravou, em 2003, a música “Tudo por 1,99”, em parceria com Wantuir e Haroldo Cezar. Bom malandro, sabe dizer no pé e é craque na feijoada.